Porto de Paranaguá: o segundo maior corredor de exportação de soja do Brasil.
Inteligência estratégica sobre as 18 entidades-chave que movem 73,5 milhões de toneladas por ano. Operadores, corredores logísticos, leilões, calado, ferrovia e o que vem depois da reorganização 2026-2030.
Como o porto é organizado
Cada berço do cais comercial pertence a um corredor logístico com vocação operacional própria, infraestrutura compartilhada e dinâmica competitiva distinta.
Corredor de Exportação Leste (Corex Leste)
Maior corredor de exportação de grãos do Sul do Brasil
Corredor de Exportação Oeste (Corex Oeste)
Cais multipropósito e açucareiro
Corredor de Fertilizantes
Mais de 25% das importações brasileiras de fertilizantes
Terminal de Contêineres (TCP)
Maior terminal de contêineres do Sul do Brasil
Quem opera o porto
Operadores, arrendatários, terminais privados e infraestrutura pública que sustentam a operação diária do porto.
Próximos marcos 2026-2030
Eventos previstos que redefinem a estrutura competitiva do porto: leilões, entradas em operação, infraestrutura pública e calado.
Publicação prevista do edital Tecon Santos 10
R$ 6,4 bi capex · outorga mínima R$ 500 mi · leilão até dez/2026
Píer T entra em operação parcial
PAR14, PAR15 e PAR25 começam operações no Corex Leste
Calado meta 15,5 m
Concessão do canal R$ 1 bi · Panamax full
Três conceitos para começar
Cais comercial linear
O cais de Paranaguá tem 2.616 metros em linha quase reta, do berço 201 ao 218. Cada berço tem uma vocação operacional fixa: granéis sólidos, fertilizantes ou contêineres.
Corredores compartilhados
Diferente de terminais privativos, em Paranaguá vários operadores podem usar o mesmo berço público via correias transportadoras conectadas a terminais privados de retroárea.
Leilões de arrendamento
A APPA arrenda áreas portuárias por 25-35 anos via leilão. O ciclo 2023-2025 (PAR09, PAR14, PAR15, PAR25) altera o equilíbrio competitivo do porto até 2028.